Praia de Fora

A Praia de Fora tem seu acesso pelo canto esquerdo da Praia da Enseada, uma trilha, que passa pela Prainha da Enseada, de pequena extensão, com muitas pedras aparentes, local ideal para o mergulho livre e refugiado da movimentada Praia da Enseada.

Praia de Fora

Seguindo a trilha (também conhecida como Trilha da Ponta da Espia), passa-se por um portão de madeira, bastando empurrá-lo, e após 25 minutos de caminhada, aproximadamente 1,7 km de percurso, temos uma bifurcação, com um tronco de árvore atravessado, e neste ponto devemos seguir à direita, uma descida, única referência da saída da trilha, para a Praia de Fora. Se nesta bifurcação optar em seguir o caminho para a esquerda, serão mais 25 minutos de caminhada até o final na Praia do Tapiá.

Praia de Fora

Seguindo para a Praia de Fora, teremos uma curta descida, bem inclinada, com algumas cordas velhas para auxiliar, troncos de árvores no caminho, uma mini escalada de 5 minutos até as areias da praia.

A Praia de Fora tem uma extensão pequena, com formação de ondas suaves e contínuas, com visual impressionante da Ilha Anchieta, que parece estar muito perto, sendo possível visualizar as ruínas do antigo presídio.

Praia de Fora - Trilha da Ponta da Espia

Em seu canto esquerdo uma enorme pedra que pelo formato parece ter sido esculpida.

Praia de Fora - Trilha da Ponta da Espia

A imagem abaixo foi tirada do alto da Trilha da Ponta da Espia, vindo da Praia do Tapiá:

Praia de Fora vista da trilha

Importante:
Para realizar trilhas, siga algumas regras básicas: Preserve a natureza, não jogue lixo na trilha, não maltrate os animais, não entre em propriedades particulares, recolha seu lixo e dê o destino certo para ele, deixe apenas pegadas, evite fazer barulho, desfrute dos sons da natureza, cuidado para não causar incêndios na floresta, planeje bem sua caminhada e informe a alguém sobre seu passeio, proteja-se do sol, mosquitos, borrachudos e mantenha-se sempre na trilha.

Se a caminhada for extensa é indispensável alguns acessórios como um calçado confortável, calça comprida leve e macia, camiseta de manga comprida por conta do capim navalha, boné, mochila impermeável com repelente, protetor solar, máquina fotográfica, muda de roupa seca, capa de chuva, agasalho, apito, toalha, lanterna, além do lanche, água e barrinha de cereal por exemplo. Preste atenção as passadas, e desníveis causados por erosões, devido às chuvas, e a utilização de um “cajado” ajuda bastante a diminuir os impactos.

Também esteja alerta para a presença de cobras peçonhentas que são muito comuns na região da Mata Atlântica, as mais comuns são a jararaca, coral, jararacuçú e urutú-cruzeiro, e costumam ficar no meio da trilha e especialmente em lugares que bate sol.

Fazer trilhas acompanhado de um Guia Credenciado, é uma boa recomendação para garantir mais segurança e também aproveitar para conhecer a história do local.

Lembre-se: da natureza nada se tira, além de fotos e nada se leva, além de boas lembranças!!!