{"id":4700,"date":"2018-03-17T13:32:26","date_gmt":"2018-03-17T16:32:26","guid":{"rendered":"http:\/\/curiosidadesdeubatuba.com.br\/?p=4700"},"modified":"2022-12-03T20:27:50","modified_gmt":"2022-12-03T23:27:50","slug":"plancton","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/plancton\/","title":{"rendered":"Pl\u00e2ncton: A Vida Vagando no Mar"},"content":{"rendered":"<div class=\"postmeta\" style=\"text-align: justify;\">O oceano \u00e9 t\u00e3o extenso que muitas vezes podemos nos pegar pensando: \u201cser\u00e1 que existe vida em TODA essa imensid\u00e3o azul?\u201d A resposta \u00e9: \u201cExiste muita vida!\u201d<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diversas formas de vida vagam pelo nosso oceano\u2026 muitas delas s\u00e3o errantes, levadas ao sabor das correntes, mar\u00e9s, ondas\u2026 e s\u00e3o chamadas de pl\u00e2ncton. A maioria destes organismos \u00e9 t\u00e3o pequena que n\u00e3o as enxergamos a olho nu (apesar de existirem representantes com mais de 2 metros).\u00a0Em uma \u00fanica gota de \u00e1gua do mar h\u00e1 mais vida do que voc\u00ea pode imaginar!<\/p>\n<figure id=\"attachment_5789\" aria-describedby=\"caption-attachment-5789\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5789 size-full\" src=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2ncton-amostra.jpg\" alt=\"Pl\u00e2ncton\" width=\"1080\" height=\"789\" srcset=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2ncton-amostra.jpg 1080w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2ncton-amostra-300x219.jpg 300w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2ncton-amostra-768x561.jpg 768w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2ncton-amostra-1024x748.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5789\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Amostra de pl\u00e2ncton vivo, vista em estereomicrosc\u00f3pio, representando a diversidade planct\u00f4nica marinha. Fonte: Alvaro E. Migotto, Cifonauta\/CEBIMar USP (CC BY-NC-SA 3.0)<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O que \u00e9 Pl\u00e2ncton?<br \/>\n<\/b>A palavra pl\u00e2ncton deriva do grego \u201c<i>planktos<\/i>\u201d, que significa \u201cerrante; o que vaga; o que se desloca sem rumo\u201c. Certos organismos recebem esse nome por ter pouca ou reduzida capacidade natat\u00f3ria e, por isso, acabam sendo levados pelas correntes mar\u00edtimas. Desta forma,\u00a0o termo pl\u00e2ncton engloba uma gama enorme de organismos, com representantes de v\u00e1rios filos. Para facilitar o entendimento, existem v\u00e1rias divis\u00f5es para classific\u00e1-los, como por exemplo, relacionadas ao ciclo de vida, \u00e0 taxonomia, ao habitat e \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o vertical e horizontal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto ao\u00a0ciclo de vida, existem duas divis\u00f5es: o\u00a0holopl\u00e2ncton\u00a0e o\u00a0meropl\u00e2ncton. \u00a0Holopl\u00e2ncton compreende os organismos que passam todo o seu ciclo de vida no meio planct\u00f4nico e o meropl\u00e2ncton compreende os organismos que passam apenas uma parte do seu ciclo de vida (por exemplo: durante as fases iniciais de seu desenvolvimento) no meio planct\u00f4nico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto ao\u00a0habitat, os organismos planct\u00f4nicos\u00a0podem ser encontrados em todos os ambientes aqu\u00e1ticos, portanto, existe pl\u00e2ncton em ambientes estuarinos, em ambientes marinhos, e at\u00e9 mesmo em \u00e1gua doce. S\u00e3o tamb\u00e9m encontrados em todas as profundidades, em maior ou menor abund\u00e2ncia, devido \u00e0s caracter\u00edsticas do ambiente.<\/p>\n<div id=\"attachment_702\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure id=\"attachment_18572\" aria-describedby=\"caption-attachment-18572\" style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-18572 lazyload\" data-src=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Protetor-Solar-x-Recife-de-Corais.jpg\" alt=\"Pl\u00e2ncton\" width=\"550\" height=\"400\" data-srcset=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Protetor-Solar-x-Recife-de-Corais.jpg 550w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Protetor-Solar-x-Recife-de-Corais-300x218.jpg 300w\" data-sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" style=\"--smush-placeholder-width: 550px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 550\/400;\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18572\" class=\"wp-caption-text\"><\/strong><\/em> <em><strong>Imagem ilustrativa representando as zonas de distribui\u00e7\u00e3o no oceano. Fonte: Eduardo Donato Alves, 2018 \u00a9<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 quanto \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o, os organismos que vivem sobre a plataforma continental (uma por\u00e7\u00e3o dos continentes que est\u00e3o submersas) s\u00e3o chamados de pl\u00e2ncton ner\u00edtico e os organismos que vivem fora da plataforma continental [a partir da talude continental (o declive), o limite da placa continental submersa, at\u00e9 profundidades maiores, no leito do oceano) s\u00e3o chamados de pl\u00e2ncton oce\u00e2nico.\u00a0<em>Diferentes est\u00e1gios de desenvolvimento de um peixe, do ovo \u00e0 larva (da direita para a esquerda). Peixes s\u00e3o exemplos de organismos meroplanct\u00f4nicos, j\u00e1 que apenas as suas fases de ovo e larva s\u00e3o planct\u00f4nicas. Fonte: Julian Uribe-Palomino.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Mas afinal, Pl\u00e2ncton \u00e9 planta ou animal?<br \/>\n<\/b>Dentro do pl\u00e2ncton h\u00e1 uma diversidade t\u00e3o grande de grupos taxon\u00f4micos, e pode ser dividido em: bacteriopl\u00e2ncton, fitopl\u00e2ncton, zoopl\u00e2ncton e, dentro de zoopl\u00e2ncton, o ictiopl\u00e2ncton. Os\u00a0<b>bacteriopl\u00e2nctons<\/b>\u00a0s\u00e3o os organismos unicelulares e anucleados que possuem estruturas semelhantes a qualquer bact\u00e9ria. Este grupo \u00e9 composto por bact\u00e9rias e pelos organismos do Filo Cyanobacteria, tamb\u00e9m conhecidas como cianobact\u00e9rias ou algas azuis. As cianobact\u00e9rias s\u00e3o organismos fotossintetizantes, extremamente importantes por serem produtores de energia (glicose) a partir da fotoss\u00edntese (utilizando luz), sendo, portanto, a\u00a0base da cadeia alimentar.<\/p>\n<figure id=\"attachment_18573\" aria-describedby=\"caption-attachment-18573\" style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-18573 lazyload\" data-src=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/679a6e_980b38bf8ec246639394ee4783aa90bb_mv2.png\" alt=\"Diferentes est\u00e1gios de desenvolvimento de um peixe\" width=\"550\" height=\"400\" data-srcset=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/679a6e_980b38bf8ec246639394ee4783aa90bb_mv2.png 550w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/679a6e_980b38bf8ec246639394ee4783aa90bb_mv2-300x218.png 300w\" data-sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" style=\"--smush-placeholder-width: 550px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 550\/400;\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18573\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Diferentes est\u00e1gios de desenvolvimento de um peixe, do ovo \u00e0 larva (da direita para a esquerda). Peixes s\u00e3o exemplos de organismos meroplanct\u00f4nicos, j\u00e1 que apenas as suas fases de ovo e larva s\u00e3o planct\u00f4nicas. Fonte: Julian Uribe-Palomino\/WikimediaCommons (CC BY 4.0)<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os\u00a0<b>fitopl\u00e2nctons<\/b>\u00a0s\u00e3o organismos de v\u00e1rios filos, unicelulares (livres, coloniais ou filamentosos), que possuem n\u00facleo, organelas complexas e que produzem seu pr\u00f3prio alimento (glicose = energia qu\u00edmica potencial). Os organismos fitoplanct\u00f4nicos\u00a0s\u00e3o respons\u00e1veis por boa parte da produ\u00e7\u00e3o do oxig\u00eanio que vai para a atmosfera\u00a0e pela produ\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria org\u00e2nica na base da cadeia alimentar marinha. Os principais representantes do fitopl\u00e2ncton s\u00e3o as algas unicelulares (diatom\u00e1ceas e clorof\u00edceas) e alguns dinoflagelados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As diatom\u00e1ceas (tamb\u00e9m encontradas no\u00a0meio bent\u00f4nico), s\u00e3o facilmente diferenciadas por possu\u00edrem uma carapa\u00e7a de s\u00edlica com aberturas radiais para a comunica\u00e7\u00e3o da c\u00e9lula com o meio. Os dinoflagelados, como o nome j\u00e1 diz, possuem um flagelo para auxiliar na locomo\u00e7\u00e3o. Uma caracter\u00edstica importante desses organismos \u00e9 que, em grande concentra\u00e7\u00e3o, eles podem mudar a colora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, deixando-a com um aspecto avermelhado, fen\u00f4meno que \u00e9 conhecido como\u00a0mar\u00e9 vermelha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses organismos liberam seus produtos metab\u00f3licos e toxinas, fazendo com que as caracter\u00edsticas da \u00e1gua sejam alteradas; essa modifica\u00e7\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel pela morte de muitos organismos marinhos, tanto por envenenamento como por falta de oxig\u00eanio. Pode ser perigosa tamb\u00e9m para os humanos, devido \u00e0 fixa\u00e7\u00e3o dessa toxina em moluscos, como os bivalves, que, quando consumidos, podem causar efeitos colaterais \u00e0 sa\u00fade humana. Existem tamb\u00e9m organismos dinoflagelados\u00a0bioluminescentes\u00a0do g\u00eanero\u00a0<i>Noctiluca\u00a0<\/i>que, quando em grande concentra\u00e7\u00e3o e com a movimenta\u00e7\u00e3o causada pelas ondas, produzem bioluminesc\u00eancia e iluminam as \u00e1guas \u00e0 noite.<\/p>\n<div id=\"attachment_693\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"text-align: justify;\">\n<figure id=\"attachment_18574\" aria-describedby=\"caption-attachment-18574\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-18574 lazyload\" data-src=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Protetor-Solar-x-Recife-de-Corais-1.jpg\" alt=\"Mar\u00e9 Vermelha\" width=\"800\" height=\"800\" data-srcset=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Protetor-Solar-x-Recife-de-Corais-1.jpg 800w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Protetor-Solar-x-Recife-de-Corais-1-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Protetor-Solar-x-Recife-de-Corais-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Protetor-Solar-x-Recife-de-Corais-1-768x768.jpg 768w\" data-sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" style=\"--smush-placeholder-width: 800px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 800\/800;\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18574\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Acima, mar\u00e9 vermelha causada pela grande concentra\u00e7\u00e3o de dinoflagelados. Abaixo, a bioluminesc\u00eancia emitida por dinoflagelados do g\u00eanero Noctiluca. Fonte: Alejandro D\u00edaz\/WikimediaCommons (Dom\u00ednio P\u00fablico) e catalano82\/WikimediaCommons (CC BY 2.0), respectivamente<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: revert; color: var(--global-palette4);\">O zoopl\u00e2ncton, por sua vez, compreende uma diversidade gigantesca. Boa parte dos animais marinhos t\u00eam pelo menos uma fase ou toda a sua vida no meio planct\u00f4nico, variando em cores, tamanhos e morfologia. <\/span><span style=\"font-size: revert; color: var(--global-palette4);\">Larvas e ovos de alguns peixes tamb\u00e9m s\u00e3o planct\u00f4nicos. Estes s\u00e3o chamados\u00a0ictiopl\u00e2ncton\u00a0e est\u00e3o dentro do zoopl\u00e2ncton por se tratarem de organismos do reino animal. Ser planct\u00f4nico durante uma fase da vida tamb\u00e9m pode ser uma estrat\u00e9gia evolutiva que contribui para a dispers\u00e3o das esp\u00e9cies.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fitopl\u00e2ncton est\u00e1 distribu\u00eddo na camada f\u00f3tica (com luz) do ambiente marinho durante o dia, pois precisam da luz do sol para a transforma\u00e7\u00e3o fotoss\u00edntese. O zoopl\u00e2ncton migra de regi\u00f5es mais escuras durante a noite, para se alimentar do fitopl\u00e2ncton. <b>Sobre import\u00e2ncia econ\u00f4mica destes organismos<\/b>, o pl\u00e2ncton \u00e9 utilizado como fonte de alimento em algumas pisciculturas (cultivos de peixes), devido a sua alta taxa de reprodu\u00e7\u00e3o, por exemplo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5787\" aria-describedby=\"caption-attachment-5787\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-5787 size-full lazyload\" data-src=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2nctonnnnnn.jpg\" alt=\"Alguns crust\u00e1ceos que s\u00e3o exemplos de organismos zooplanct\u00f4nicos. Fonte: Matt Wilson\/Jay Clark, NOAA NMFS AFSC (Dom\u00ednio P\u00fablico)\" width=\"1080\" height=\"790\" data-srcset=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2nctonnnnnn.jpg 1080w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2nctonnnnnn-300x219.jpg 300w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2nctonnnnnn-768x562.jpg 768w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2nctonnnnnn-1024x749.jpg 1024w\" data-sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" style=\"--smush-placeholder-width: 1080px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 1080\/790;\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5787\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Alguns crust\u00e1ceos que s\u00e3o exemplos de organismos zooplanct\u00f4nicos. Fonte: Matt Wilson\/Jay Clark, NOAA NMFS AFSC (Dom\u00ednio P\u00fablico)<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"font_8\"><strong>Autores: Eduardo Donato Alves, Douglas Peir\u00f3, Rodrigo Ilho, Julia R. Salmazo e Thais R. Semprebom<br \/>\nArtigo t\u00e9cnico postado no site: <a href=\"https:\/\/www.bioicos.org.br\/post\/a-vida-vagando-no-mar-o-plancton\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.bioicos.org.br\/post\/a-vida-vagando-no-mar-o-plancton<\/a><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p class=\"font_8\" style=\"text-align: justify;\">Refer\u00eancias: PEREIRA, R. C.; GOMES, A. S. Biologia Marinha. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora Interci\u00eancia, 2009. 632 p.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O oceano \u00e9 t\u00e3o extenso que muitas vezes podemos nos pegar pensando: \u201cser\u00e1 que existe vida em TODA essa imensid\u00e3o &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5789,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1068],"tags":[1052,576,1022,831,1195,832,1037,18,843,989,20,29,1095,577,1051,1144,830,435,5,4],"class_list":["post-4700","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente","tag-adventure","tag-atracao","tag-aventura","tag-bioicos","tag-biolgy","tag-biologia","tag-brasil","tag-brazil","tag-ecologia","tag-energia","tag-litoral","tag-litoralnorte","tag-meio-ambiente","tag-paradise","tag-paraiso","tag-passeio","tag-plancton","tag-playa","tag-praia","tag-ubatuba"],"aioseo_notices":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Pl\u00e2ncton-amostra.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4700","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4700"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4700\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18575,"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4700\/revisions\/18575"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5789"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4700"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4700"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4700"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}