{"id":4719,"date":"2018-03-18T20:14:21","date_gmt":"2018-03-18T23:14:21","guid":{"rendered":"http:\/\/curiosidadesdeubatuba.com.br\/?p=4719"},"modified":"2022-12-03T20:27:06","modified_gmt":"2022-12-03T23:27:06","slug":"praias-arenosas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/praias-arenosas\/","title":{"rendered":"Praias Arenosas: Seriam Desertos de Biodiversidade?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">As praias arenosas podem ser verdadeiros para\u00edsos de bem estar e lazer para n\u00f3s humanos. Entretanto, o nosso fasc\u00ednio por elas pode ser ainda maior quando conhecemos a complexidade desse ecossistema! As praias s\u00e3o uma interface entre o ambiente marinho e o terrestre, onde os fatores clim\u00e1ticos e oceanogr\u00e1ficos agem constantemente. Parece at\u00e9 imposs\u00edvel pensar que alguns organismos vivem ali. Mas acreditem, al\u00e9m de belos cart\u00f5es postais, as areias aparentemente desertas das praias s\u00e3o o lar de criaturinhas fascinantes!<\/p>\n<figure id=\"attachment_18512\" aria-describedby=\"caption-attachment-18512\" style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-18512\" src=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/63db52_61ead95b273943e08857f3e1e867e9b9_mv2.png\" alt=\"Caranguejo Ocypode quadrata, um dos habitantes da praia arenosa, conhecido popularmente como maria-farinha. 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Fonte: Hans Hillewaert\/WikimediaCommons (CC BY-SA 4.0).<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<div id=\"attachment_318\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o diversos invertebrados com incr\u00edveis adapta\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas, fisiol\u00f3gicas e comportamentais para resistirem \u00e0 hostilidade cont\u00ednua das ondas, dos predadores e o sobe e desce das mar\u00e9s. Quase n\u00e3o os vemos, por que eles respondem muito r\u00e1pido aos est\u00edmulos ambientais e s\u00e3o h\u00e1beis em cavar tocas para se esconder. Alguns destes organismos vivem entre os gr\u00e3os de areia, s\u00e3o chamados de infauna (\u2018a fauna de dentro\u2019). Al\u00e9m dos organismos enterrados na areia, h\u00e1 v\u00e1rios outros que fazem visitas ocasionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tipos de Praias<br \/>\n<\/strong>Existem diferentes tipos de praia. As praias mansas (dissipativas ou duras) costumam abrigar mais biomassa do que as praias de alta energia (refletivas ou de tombo). As esp\u00e9cies se distribuem de acordo com suas adapta\u00e7\u00f5es e estrat\u00e9gias em faixas, regi\u00f5es (ou zonas) verticais distintas, de acordo com a exposi\u00e7\u00e3o da praia \u00e0s mar\u00e9s.<\/p>\n<div class=\"entry-content-asset videofit\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe title=\"Prof. Douglas Peir\u00f3 - Praia da Sununga Ubatuba-SP: estado morfodin\u00e2mico refletivo\" width=\"720\" height=\"405\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RRWyDZJOmSQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" class=\"lazyload\" data-load-mode=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As Subdivis\u00f5es da Praia em Zonas<br \/>\n<\/strong>Ainda longe da \u00e1gua, pisamos a areia seca, acima do limite da mar\u00e9 alta. Esta \u00e9 chamada regi\u00e3o Supralitoral ou Supramar\u00e9s. Pode haver vegeta\u00e7\u00e3o arbustiva ou herb\u00e1cea adaptada aos borrifos de \u00e1gua salgada (o jundu e a restinga). Este ambiente abriga aves migrat\u00f3rias e de rapina, que se alimentam de pequenos vertebrados e invertebrados. Nesta zona encontramos caranguejo Maria-Farinha (<em>Ocypoda quadrata<\/em>), de colora\u00e7\u00e3o amarelada. Ele \u00e9 detrit\u00edvoro e de h\u00e1bitos geralmente noturnos. Sens\u00edveis ao clima, cavam tocas com quase um metro de profundidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A regi\u00e3o Entremar\u00e9s ou Mesolitoral, \u00e9 aquela onde as ondas espraiam, est\u00e1 sempre \u00famida e sempre muda de comprimento de acordo com as mar\u00e9s. Encontramos a\u00ed grande variedade de esp\u00e9cies escavadoras adaptadas a resistir ao arrasto e embate das ondas, ao dessecamento, e a respira\u00e7\u00e3o com baixo oxig\u00eanio no espa\u00e7o intersticial da areia. Alguns organismos cavam grandes galerias onde se reproduzem e ret\u00eam alimentos trazidos pela \u00e1gua. Al\u00e9m de diversas esp\u00e9cies de moluscos gastr\u00f3podes que a\u00ed vivem, existe um crust\u00e1ceo conhecido como Corrupto (<em>Callichirus major<\/em>), ex\u00edmio escavador de toca, com m\u00e9dia de 1,5 m de profundidade. Suas galerias fornecerem condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis ao estabelecimento de diversas esp\u00e9cies simbiontes como caranguejos, bivalves e cop\u00e9podes.<\/p>\n<figure id=\"attachment_18490\" aria-describedby=\"caption-attachment-18490\" style=\"width: 931px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-18490 size-full lazyload\" data-src=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Praia-arenosa-Lencioni-Neto.pjg_.jpg\" alt=\"Praias-arenosas-Lencioni-Neto.pjg_\" width=\"931\" height=\"479\" data-srcset=\"https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Praia-arenosa-Lencioni-Neto.pjg_.jpg 931w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Praia-arenosa-Lencioni-Neto.pjg_-300x154.jpg 300w, https:\/\/www.curiosidadesdeubatuba.com.br\/ubatuba2\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Praia-arenosa-Lencioni-Neto.pjg_-768x395.jpg 768w\" data-sizes=\"(max-width: 931px) 100vw, 931px\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" style=\"--smush-placeholder-width: 931px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 931\/479;\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18490\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Ilustra\u00e7\u00e3o apresentando a praia arenosa e a diversidade de organismos que a habitam Praia-arenosa-Imagem de Lencioni-Neto.pjg_<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O infralitoral raso \u00e9 a regi\u00e3o onde a areia quase nunca fica exposta, raramente em mar\u00e9s muito baixas. Abriga a maior diversidade de esp\u00e9cies n\u00e3o adaptadas a excurs\u00f5es fora da \u00e1gua, entre elas: siris, carac\u00f3is, estrelas do mar, bolachas do mar e peixes. As praias s\u00e3o tamb\u00e9m o ber\u00e7\u00e1rio de outras esp\u00e9cies, como a tartaruga marinha. Apesar de passarem desapercebidos aos visitantes, os animais das praias arenosas s\u00e3o importantes constituintes do complexo ecossistema mar\u00edtimo. As praias arenosas est\u00e3o tamb\u00e9m sujeitas aos impactos da explora\u00e7\u00e3o e polui\u00e7\u00e3o humana. \u00c9 preciso conhecer para preservar!<\/p>\n<p><em><strong>Artigo t\u00e9cnico postado em: <a href=\"https:\/\/www.bioicos.org.br\/post\/praias-arenosas-seriam-desertos-de-biodiversidade\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.bioicos.org.br\/post\/praias-arenosas-seriam-desertos-de-biodiversidade<\/a><\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"font_8\"><strong>Por:\u00a0Rodrigo Ilho e Douglas Peir\u00f3<\/strong><br \/>\n<strong>Revis\u00e3o:\u00a0Thais R. Semprebom<\/strong><\/p>\n<p class=\"font_8\"><strong>Refer\u00eancias<br \/>\n<\/strong>AMARAL, A. C. Z. et al. Workshop \u201cAvalia\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00f5es priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade da zona costeira e marinha\u201d In: ______ (Coord.) Diagn\u00f3stico sobre praias arenosas. Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, Recursos H\u00eddricos e da Amaz\u00f4nia Legal-MMA, 1999.<\/p>\n<p>AMARAL, A. C. Z.; RIZZO, A. E.; ARRUDA, E.P. Manual de identifica\u00e7\u00e3o dos invertebrados marinhos da regi\u00e3o sudeste-sul do Brasil. Edusp, 2006.<\/p>\n<p>AMARAL, A. C. Z.; NALLIN, S. H. Biodiversidade e ecossistemas bent\u00f4nicos marinhos do Litoral Norte de S\u00e3o Paulo, Sudeste do Brasil. Campinas, SP: Unicamp. 2011. 573 p. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.bibliotecadigital.unicamp.br\/document\/?down=000812694\" target=\"_blank\" rel=\"noopener undefined\" data-content=\"http:\/\/www.bibliotecadigital.unicamp.br\/document\/?down=000812694\" data-type=\"external\">www.bibliotecadigital.unicamp.br\/document\/?down=000812694<\/a>&gt;. Acesso em: 07 jan. 2017.<\/p>\n<p>BRANCO, J.O. et al. Bioecology of the ghost crab Ocypode quadrata (Fabricius, 1787)(Crustacea: Brachyura) compared with other intertidal crabs in the southwestern Atlantic. Journal of Shellfish Research, v. 29, n. 2, p. 503-512, 2010.<\/p>\n<p>BREGAZZI, P. K.; NAYLOR, E. The locomotor activity rhythm of Talitrus saltator (Montagu) (Crustacea, Amphipoda). Journal of Experimental Biology, v. 57, n. 2, p. 375-391, 1972.<\/p>\n<p>FESTTI, L. Aves do ambiente praial. 2011. 72f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Ecologia e Conserva\u00e7\u00e3o). Setor de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, Universidade Federal do Paran\u00e1, Curitiba, 2011. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/acervodigital.ufpr.br\/handle\/1884\/26212\" target=\"_blank\" rel=\"noopener undefined\" data-content=\"http:\/\/acervodigital.ufpr.br\/handle\/1884\/26212\" data-type=\"external\">http:\/\/acervodigital.ufpr.br\/handle\/1884\/26212<\/a>&gt;. Acesso em: 07 jan. 2017.<\/p>\n<p class=\"font_8\">LENCIONI NETO, F. As praias arenosas. S\u00e9rie Ecossistemas Brasileiros. Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo, Departamento de Ecologia Geral. 1993.<\/p>\n<p class=\"font_8\">PEIR\u00d3, D. F., MANTELATTO, F. L. Avalia\u00e7\u00e3o do calianass\u00eddeo Callichirus major (Say, 1818) sensu lato. In: PINHEIRO, M. &amp; BOOS, H. (Org.) Livro Vermelho dos Crust\u00e1ceos do Brasil: Avalia\u00e7\u00e3o 2010-2014. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Carcinologia, 2016, p.103-112.<\/p>\n<p class=\"font_8\">SILVA, V. M. A. P. da, GROHMANN, P.A. &amp; ESTEVES, A.M. Aspectos gerais do estudo da meiofauna de praias arenosas. In: ABSAL\u00c3O, R.S. &amp; ESTEVES, A. M. (eds). Oecologia Brasiliensis III: Ecologia de praias arenosas do litoral brasileiro. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997, p. 67-92.<\/p>\n<p class=\"font_8\">VIEIRA, J. V. Efeitos dos dist\u00farbios antr\u00f3picos associados ao uso recreativo na fauna de praias: implica\u00e7\u00f5es para o manejo e conserva\u00e7\u00e3o. 2015. 156f. Tese (Doutorado em Ecologia e Conserva\u00e7\u00e3o). Setor de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, UFPR Universidade Federal do Paran\u00e1. Curitiba, jun. 2015.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As praias arenosas podem ser verdadeiros para\u00edsos de bem estar e lazer para n\u00f3s humanos. 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