Cachoeira da Boa Vista

A Cachoeira da Boa Vista está localizada dentro de terras demarcadas da Aldeia Boa Vista, dos Índios Guaranis Mbya no Sertão do Prumirim.

Cachoeira da Boa Vista

Um local extremamente preservado dentro da Mata Atlântica, e são estas as mesmas águas que descendo a Serra do Mar abaixo, vão formar as quedas da Cachoeira do Prumirim.

Cachoeira da Boa Vista - Ubatuba

O acesso à Aldeia Boa Vista é pela Rodovia Rio-Santos, Km 29,5, indo no sentido Ubatuba-Paraty, cerca de 500 metros antes do acesso a Cachoeira do Prumirim, cujo acesso fica na beira da rodovia. Seguindo por este acesso, a entrada para a aldeia está localizada cerca de 1,5 Km da rodovia e o caminho é feito por estrada íngreme de terra até a antiga Escola Estadual Indígena.

Cachoeira da Boa Vista

A partir da entrada da aldeia, deve-se percorrer cerca de 100 metros de trilha aberta (a mesma que leva até a aldeia) e depois entrar à direita por uma trilha menor e em cerca de 5 minutos de caminhada por dentro da Mata Atlântica chegar até a Cachoeira da Boa Vista.

Para visitar este local recomenda-se pedir autorização prévia na Aldeia Boa Vista por exemplo através do e-mail [email protected] ou 12 3845-0264.

Recomendações:
As cachoeiras geralmente encontram-se em locais distantes dos centros urbanos e de pronto-socorro e/ou hospitais, portanto os cuidados devem ser redobrados, siga atentamente algumas recomendações:
– Não realize trilhas sozinho e de preferência esteja sempre acompanhado de um guia credenciado ou um morador/”mateiro” da região;
– Avise previamente alguém sobre seu passeio, informando a direção que pretende seguir, lembre-se que na mata, raramente funciona o celular;
– Respeite a natureza, não retire plantas, não deixe lixo e mantenha-se na trilha;
– Utilize roupas próprias para entrar na trilha, tais como, calça comprida de preferência de tecido grosso, camisa de manga comprida e calçado.
– Muito atenção aos animais peçonhentos que existem em abundância na Mata Atlântica de Ubatuba, são cobras venenosas, como a jararacuçu, jararaca, urutú-cruzeiro e coral. Observe o caminho, pois elas podem estar “tomando sol” sobre o tapete de folhas que se forma na trilha, ou mesmo nos galhos das árvores;
– Esteja ciente que geralmente nas cachoeiras temos também muitos borrachudos;
– Redobre a atenção na área da cachoeira, pois as pedras e as lajes que se formam são escorregadias e acidentes são mais comuns do que se imagina;
– Não se arrisque mergulhando em poços fundos ou mesmo nos “escorregadores” naturais, respeite o ambiente e usufrua da beleza do lugar com muita moderação;
– Não é recomendável nadar em cachoeiras depois de um período de chuvas;
– Um fenômeno chamado “cabeça d’água”, pode causar acidentes fatais. Este acontece, quando ocorre uma chuva forte na cabeceira do(s) riacho(s) que forma(m) a cachoeira, no alto da serra, aumentando o volume de água, e provocando uma enxurrada. Muitas vezes a região onde os turistas estão desfrutando das águas da cachoeira, geralmente as piscinas/poços naturais, está ensolarada por isso é difícil prever este fato.