Praia Brava da Almada

A Praia Brava da Almada está localizada entre a Praia da Fazenda e a Praia do Engenho (ao lado da Praia da Almada), ela está inserida dentro da Parque Estadual da Serra do Mar, no Núcleo Picinguaba.

Brava da Almada

Após uma trilha rápida e íngreme de 500 metros por dentro da Mata Atlântica, saindo da Praia do Engenho, com duração média de 10 minutos, chegamos a Brava da Almada, um “point de surfing”, uma praia de vocação selvagem, mar aberto e com a natureza preservada.

Brava da Almada

A Praia Brava da Almada é quase deserta, possui apenas duas casas de pescadores e ao chegar você vai sentir que valeu a pena, pois o visual é lindo, com muitos abricoeiros e chapéu de sol.

Brava da Almada

Chama a atenção o barulho estonteante das ondas e das águas chocando-se nas areias da praia, mas não se esqueça de levar água e um lanche pois a mesma não possui nenhuma estrutura de comércio.

Brava da Almada

Para chegar a Brava da Almada existe ainda uma opção de trilha saindo do canto direito da Praia da Fazenda, com duração de aproximadamente 45 minutos. Sendo que para este percurso, é necessário o acompanhamento de monitores do Parque Estadual da Serra do Mar no Núcleo Picinguaba.

Brava da Almada

Outra opção, é por uma estradinha secundária a partir da estrada que leva para as Praias da Almada e do Engenho, porém é importante verificar as condições da mesma, pois é recomendável veículo com tração 4×4.

A Brava da Almada é uma praia excelente para prática do surf, não sendo aconselhável para o banho de mar, pois há relatos de nadadores experientes que já passaram apuros nessas águas.

Importante:
Para realizar trilhas, siga algumas regras básicas: Preserve a natureza, não jogue lixo na trilha, não maltrate os animais, não entre em propriedades particulares, recolha seu lixo e dê o destino certo para ele, deixe apenas pegadas, evite fazer barulho, desfrute dos sons da natureza, cuidado para não causar incêndios na floresta, planeje bem sua caminhada e informe a alguém sobre seu passeio, proteja-se do sol, mosquitos, borrachudos e mantenha-se sempre na trilha.

Se a caminhada for extensa é indispensável alguns acessórios como um calçado confortável, calça comprida leve e macia, camiseta de manga comprida por conta do capim navalha, boné, mochila impermeável com repelente, protetor solar, máquina fotográfica, muda de roupa seca, capa de chuva, agasalho, apito, toalha, lanterna, além do lanche, água e barrinha de cereal por exemplo. Preste atenção as passadas, e desníveis causados por erosões, devido às chuvas, e a utilização de um “cajado” ajuda bastante a diminuir os impactos.

Também esteja alerta para a presença de cobras peçonhentas que são muito comuns na região da Mata Atlântica, as mais comuns são a jararaca (Bothrops jararaca), coral (Micrurus Corallinus), jararacuçú (Bothrops) e urutú-cruzeiro (Bothrops alternatus), e costumam ficar no meio da trilha e especialmente em lugares que bate sol.

Sempre recomendamos fazer trilhas acompanhado de um Guia Credenciado, pois além de garantir mais segurança, também aproveitamos para conhecer a história do local.

Lembre-se: da natureza nada se tira, além de fotos e nada se leva, além de boas lembranças!!!